Prosa de Dezembro
por Baptista Bastos - 30/12/2009

Fecho o ano, remato a frase e concluo: esta gente não gosta da gente. No entanto, construímos as casas deles, montamos-lhes as electricidades, as águas correntes, limpamos as suas sujidades, areamos os seus metais, brunimos as suas roupas, ensinamos os seus filhos, escrevemos os jornais e os livros que deviam ler. Esta gente dirige os nossos destinos, orienta os nossos dias, determina os nossos ordenados, impõe o nosso comportamento, comanda o nosso presente, molda o nosso futuro. Nunca sabemos do que está a falar, porque não fala seriamente e baralha a sua estranha cumplicidade com a crueldade e o crime. Esta gente perdeu o contacto com a humanidade e despediu a bondade dos seus propósitos.

Nenhum de nós é inocente. Pertencemos ao bragal de uma civilização que cumpriu a vocação do conquistador: matou, estropiou, escravizou, mas fez do mato a cama onde dormiu com as mulheres que alimentavam as fantasias dos nossos sonhos. Uma combinação perfeita de poesia e maldade. Ortega chamou-lhe o homem e a sua circunstância. Não atenuou a culpa, mas deu que pensar.

Não nos cansámos, depois da Índia. Simplesmente, não somos propensos a continuidades. Enchemos as arcas daquela gente, tornámo-la poderosa, acedemos aos seus mandos e tocámos a guitarra de um melancólico fadário. Recalcitrámos quando nos negaram uma fatia do bolo. Havíamos cedido de mais, por indolência e por medo. O medo conviveu sempre connosco. E ainda nos não desenvencilhámos das suas tenazes. A sombra pesada e altíssima de todas as Inquisições não esmoreceu. O medo foi concebido como uma fortaleza que resguarda, protege e defende o protocolo exclusivo da Casa, da Casta e do Sangue, expressão vital de todas as iniquidades.

Tenho pensado nisto tudo, nos últimos tempos. Os últimos tempos foram favoráveis aos inventários. É uma elaboração inevitável que, ocasionalmente, nos permite aproximar da verdade. Reafirmou-se-me a ideia de que tudo gira à volta de sentimentos e emoções. E de que aquela gente não venceu nenhuma batalha: limitou-se a receber. Este agrupamento hermético organizou-se como uma família agradável que entre si sempre se ajudou e amparou. Seja de onde for a sua procedência, estão intermitentemente no poder, uns e outros, os mesmos.

Tudo parece perdido porque tudo parece inamovível. Contudo, ante esta empresa de demolição moral e de domínio absoluto, é preciso resistir. É preciso compreender que nós somos imprescindíveis. Examinamo-los: são sombrios e tristes, desamparados de gramática e arrogantes na sua obstinada maneira de manter um socialismo ou uma social-democracia degenerados e de má-fé. Sumiu-se, nesta aflitiva e aflita mediocridade, a qualidade áurea de um projecto que nos inspirou.

Fecho o ano, remato a prosa e desejo-vos tudo o que há de melhor.

Anónimo a 30 de Dezembro de 2009 às 22:19

Adeus Paraíso.

“Paraíso 2009”

Felizmente vamos despedir-nos deste malfadado ano de 2009, já não era sem tempo, todos estávamos já desejosos de ver a crise pelas costas, esta crise que afectou muitos de nós, mas que para uma boa maioria foi apenas virtual, terá sido mesmo artificial a julgar pelos resultados financeiros nos principais mercados.

O principais índices bolsistas registaram as maiores subidas da última década tendo mesmo o da bolsa portuguesa, o PSI 20, subido 33,5 por cento em 2009, o maior ganho anual em 12 anos, ficando entre as maiores subidas da Europa, nós que habitualmente nos ficamos pelos últimos lugares no que respeita a indicadores sociais, pelo menos em capitalização bolsista levamos de vencidos os nossos parceiros.

As vendas de carros de luxo por essa Europa fora também obtiveram neste último ano incrementos significativos, tendo mesmo uma das marcas de topo deste segmento conseguido o maior aumento percentual precisamente no nosso país, mais uma vez aqui conseguimos um bom desempenho, a superar mais uma vez neste indicador os nossos parceiros europeus.

Também uma boa parte das matérias primas transaccionadas viram os seus preços subir acima dos valores da última década e nomeadamente o barril de petróleo, matéria-prima que condiciona tudo o resto, foi transaccionado a 78,50 dólares neste final de 2009, contas feitas subiu 82% num só ano, o melhor desempenho dos últimos 11 anos, também aqui um facto assinalável em ano de crise.

A reboque desta pretensa crise houve também algumas instituições financeiras que viram entrar-lhes nos cofres alguns milhões à borla, talvez como prémio pela má gestão que praticaram e também muitas empresas à boleia puderam emagrecer os seus quadros e engordar os seus cofres com verbas vindas de uma muito conveniente lay-off, podendo agora encetar a retoma sem ter que dar quaisquer contrapartidas.

A julgar por estes resultados a crise apenas tocou aqueles que tiveram o azar de ter sido dispensados por muitas destas empresas e que agora o Estado irá ter que tomar a seu cargo, ou seja todos nós e bem vamos ter que suportar, porque para os demais como se viu, tenha sido pelos seus méritos ou deméritos, o ano que agora finda trouxe ganhos assinaláveis e muito acima da média dos últimos anos, o que fez de 2009 um verdadeiro paraíso.
Anónimo a 31 de Dezembro de 2009 às 23:50

Estado das Coisas

2010 - Mais do mesmo

O Centenário da República, que terá lugar no ano que agora nasceu, devia servir para uma ampla reflexão sobre as virtudes da República e do regime democrático em vez de celebrações encomiásticas. Devia discutir-se, com assombro e alma, o regime político vigente, a separação de poderes na organização política do Estado, o sistema de justiça, a transparência da vida democrática e o tipo de sociedade que somos e queremos, numa lógica europeia.

Temo que tal não vai acontecer e 2010 vai mesmo ser mais do mesmo.

Não creio que, por ora, a democracia esteja em causa, até porque a integração europeia foi, é e será uma válvula de segurança. Apesar do que disse Fialho de Almeida – «em países cultos e com uma noção definida de liberdade, república e monarquia constitucionais são tabuletas anunciando uma só mercadoria» – continuo a confiar nos valores republicanos em democracia. Acredito que o problema não está na democracia, mas nos homens que dela se apoderaram com promessas que colonizam o voto e mercantilizam o pensamento dos portugueses. Embora a democracia tenha princípios sólidos, ela é prisioneira desta nova modernidade e deste homem novo sem ética e sem moral.

A reflexão seria desejável porque a democracia está confrontada com uma crise financeira brutal, com um deficit que caminha para os 10%, com um Estado sem margem de manobra, de cofres vazios e com os custos de dívida pública de dois milhões de euros a cada hora que passa.

E, naturalmente, com o descalabro da justiça.

Apesar da crise financeira e económica, culpa da ganância e da ausência de regulação no sector financeiro, a justiça representa o maior fracasso das políticas reformistas da democracia. Nem na ditadura o descrédito e a falta de eficácia foram tão acentuados.

Em vez de estudo, discussão e reflexão, o que temos é sempre o mais fácil: leis e mais leis, pseudo-reformas a todo a vapor.

Anunciou, o novo governo, novas alterações na lei de divórcio, nas custas judiciais, na acção executiva, na prisão preventiva, nos prazos de inquérito, na uniformização de regime de detenção e que vai reavaliar o novo mapa judiciário, devido às dificuldades verificadas. Legislação esta que foi alterada há muito pouco tempo. As alterações constantes, os erros legislativos demoram muito a ser reparados. Esta é a causa principal da morosidade da justiça e da falta de qualidade do regime judicial.

Mas a qualidade da justiça também depende da sua capacidade de se questionar. Como disse Teresa de Calcutá, a nossa missão não é julgar o que é justo ou injusto: é apenas ajudar.

Rui Rangel, Juiz Desembargador
Anónimo a 2 de Janeiro de 2010 às 23:40

Do país todos sabemos, Ano Novo , Vida Velha mas como quem governa o país, também a mesma cor, as mesmas ideologias governam muito municípios.
Refiro-me a todos esses em geral e ao de Grândola em particular. Como grandolsense que sou ( sempre me pareceu que o Lousal não pertencia a Grândola) tenho-me batido sistematicamente para fazer entender muitos dos grandolenses que o Lousal é a terra mais a sul do Concelho de Grândola e que o Conselho não é só a própria vila. Claro, também sei que as eleições se decidem na própria vila, naturalmente o local mais indicado para se mostrarem com concertos, exposições, festas, bailes com transporte da autarquia para a 3ª aidade, com a própria Feira, local de comícios, propaganda política, e até pessoal, mostrando-se em tudo o que é sítio e que se saiba que há pelo menos uma pessoa a assistir, lá estão eles!
Em relação ao Lousal dou muitos exemplos: Há muito tempo que é assim, já vem de trás quem nos empurra embora na altura das eleições se apresentem todos os que se candidatam como diferentes, depois das contas feitas em relação a esta terra, Lousal, TODOS IGUAIS. Apenas com uma diferença: uns empatam mais, outros empatam menos. Há muito trabalho feito, com muita dificuldade, mas tudo o que se conseguiu teve sempre a vigilância permanente do próprio Lousal. Há muito para fazer dentro das regras definidas no próprio protocolo, as mesmas dificuldades... a impressão que nos deixa é que ele (protocolo) só foi lido no dia das assinaturas e depois esquecido e concretizado de acordo com interesses particulares que ignoram completamente os interesses do Lousal. Foi uma aposta no desenvolvimento desta terra, envolvendo por completo os Lousalenses; uns com mais experiência, outros com menos, mas todos eles importantes mas ninguém melhor do que eles conhece a história da sua própria terra. E o que se vê hoje?
São necessários "canudos" e mais "canudos", o que infelizmente, à partida excluiu os Lousalenses e atraiu pára-quedistas que directamente nada ou muito pouco têm que ver com o Lousal, nem consciência têm das suas necessidades. Conclusão desta fábula: Ganham o dinheiro e são os Lousalenses que sem canudo os ensinam e fazem o trabalho. Por isso para esta gente é cada vez maior a desmotivação. Todos aparecem aquando das estratégicas inaugurações. A mesma história : musica, festas, gente ilustre, muita animação, apertos de mão e palmadas nas costas, mas quando tudo acaba, este povo olha para si e tudo continua na mesma.
Finalizo dizendo que tudo o que acima digo sobre a minha terra, estendo-o ao meu Concelho e infelizmente com muita tristeza, mas com toda a coragem que me caracteriza, ao meu país também.
De qualquer das maneiras, o Ano Novo chegou e nós cá estamos para o receber, com as comitivas do costume. E à espera que nos desmintam de tudo aquilo em que não acreditamos. Tinhamos razão ou não? Esperemos que este Ano não tenhamos mesmo razão para nao acreditar.
Saudações democráticas
UM LOUSALENSE a 3 de Janeiro de 2010 às 21:58

Ora até que enfim alguém põe o dedo na ferida! Parabéns, anónimo acima. Canudos, canudos.. pois! Muito bem... mas afinal que sabe da obra é o mestre. Maçaricada e afins que pousam levemente querendo tudo, a quem se dá tudo, rapidamente se vão embora também. Apesar do canudo, ou têm humildade ou terão que aprender com quem sabe, trabalha, trabalhou e continua na luta. E na volta o facto é que não é facil viver no Lousal, com ou sem curso. mas o maior curs é o da experiência, da vida e esse só lá vivendo, não é viver no Lousal, note-se, é viver o Lousal.
Sendo mais radical do que o comentador, fica já aqui a minha opinião: Trabalhando desta maneira passa-se um atestado de burrice e incompetência ao pessoal da terra INADMISSÍVEL!!!
É a pescada com o rabo na boca: Venham cá, passem por cá, trabalhem aqui, mas RESPEITO e humildade para quem sabe e percebe do assunto. Respeito e reconhecimento a quem nunca baixou os braços e fez, resolveu, furou vida mesmo sem canudo. Alguém já parou para pensar que a FORMAÇÃo é uma coisa e a EDUCAÇÃO é outra? Há tanto doutor burro e tanto catedrático não reconhecido.
Mas este comentário não se fica por aqui: lebres foram levantadas, quem as escondeu que as apanhe, ou faltam tomates?
Estranho o silêncio, ou numa de boas intenções, "quem cala consente" e está de acordo com o que foi dito.
Abram os olhinhos... sr, doutor, sr. engenheiro, a velhice é um posto! E a maçaricada se quer arranhar, arranha e aprende agora, ou perde-se tudo, cambadinha de tapados!
so12 a 5 de Janeiro de 2010 às 22:04

Agora é que partiram a loiça toda! É tudo verdade: os protocolos só servem para se servirem comes e bebes à vedetas e depois muito foguete, muita festa e adeus lindo povo que nos vamos "orientar" com o que o "projecto", o "protocolo" nos puder dar e arrancar daqui e desta gente o máximo possível.
Já disseram e eu volto a dizer: Grândola sempre se esteve nas tintas para o Lousal. Os votos estavam certos, chatices paea quê? Mas depois veio o dinheiro dos projectos, os drs, os enginheiros, etc, etc e o povinho envolvido trabalhando para salvar a sua pele, mas vigiando sempre, está a par (os que estão)vê e não esquece.
Passem por lá, dêm palmadinahs nas costas, digam que são os maiores e suguem tudo o que puderem. Foi isto que estes sucessivos nos ensnaram e não digo mais senão ainda vos fecham o blogue que é o único com estaleca para estas questões. E nem concorreram para o Lousal e mesmo que tivessem concorrido, de tanta "doutrina" não levavam voto nenhum. Veijo que se preocupam e vejo que os visados, tal como afirmado pela so12, não têm coragem de dar a cara e dizer que é mentira o afirmado pelo Lousalense, portanto... que este ano algo mude ou que empatem menos, ou que deixem de nos comer por parvos, porque o Lousal é nosso. façam o que fizerem há sempre "alguém que diz não" e o resto é o vento que passa. E no fim acabamos todos da mesma maneira: com os pés virados para a frente, com ou sem fortunas tiradas a bem ou a mal. Deixo mais um recado importante: NÃO BRINQUEM COM QUEM NADA TEM, PORQUE QUEM NADA TEM, NADA PERDE, e por isso VAMOS Á LUTA. Já perdemos demais.
Um abraço a todos pela coragem, especial cumprimento à D.josefina pela lembrança dos que foram sistematicamente esquecidos..
Há GENTE e VIDA no Lousal. Não brinquem com quem não é doutorado em "palhaçada".
Anónimo a 6 de Janeiro de 2010 às 15:05

Ora, ora... coitadinhos deles no Lousal. E o resto das populações? Ninguém mais tem problemas? Lá porque vieram aqui nomes ilustres comentar e dar razão ao que blog vai escrevendo, não quer dizer que Grândola esteja assim tão mal. Há pior, há muito pior.
Que peninha... tadinhos deles e de vocês bloquistas da treta.
Anónimo a 7 de Janeiro de 2010 às 11:33

Para este amigo/a que vem aqui "coitadinhar" o pessoal do Lousal, tenho poucas palavras (porque muitas não vale a pena).
Vejo que é uma pessoa completamente à margem do que por lá se passa e também do que se passa no país inteiro.
Deve ter ido ao site da C.M.G. documentar-se para produzir tal abstruzidade. Pois é. Mas saiba que aquele site no que toca ao lousal, está ANOS desactualizado. Muita água correu debaixo da ponte após aquilo ter sido feito.
Coitadinhos de nós? Oh meu amigo/a, isso é coisa que NUNCA fomos! Sinto pena ao ler comentários destes, mas são sempre uma oportunidade para elucidar certas mentes. Já lá foi alguma vez? Ou é daqueles que cospem ao ar arriscando-se a que lhe caia em cima a cuspidela?
Quanto à classificação do blog, é uma tristeza... ou não sabe ler, ou não teve tempo na sua raiva de escrever contra o Lousal, de ver que isto não é só política pura e dura, nem leu que isto é feito por e para PESSOAS.
Deu um bom exemplo do que se diz aqui: as pessoas da sede do Concelho estão-se (as que estão, está claro) nas tintas para o que se passa nas outras populações...
É realmente pena. Pode comentar como anónimo e dizer o que quiser, fique à vontade. Mas pense um pouco e informe-se antes de vir gozar ou desdenhar uma aldeia inteira. A consciência serve para isso: para nos refrear a ignorância. E a ignorância é arrogante e atrevida, é pena...
mariazinha desactualizada a 9 de Janeiro de 2010 às 00:23

Ó meu amigo. Por amor de Deus, que ignorãncia. Então você anda a dormir, ou tem que falar assim em troca do emprego que lhe ofereceram. É triste muito triste, é duro muito duro estar limitado a uma informação completamente viciada e tendenciosa. Fala-se no comentário sobre o Lousal, de um projecto que foi prometido á população, como alternativa ao encerramento da Mina. E o que se vê? são os Dr os Eng, os Prof etc etc a ocuparem todos os lugares onde se ganha dinheiro. E os Lousalenses 2 ou 3 afazer o trabalho e a ensiná-los. E o resto da população, completamente marginalizada e afastada, do projecto. Não se trata de coitadinhos. Não o fomos, não o somos, e jamais o seremos. Coitadinhos são os que sem capacidade para pensar, se deixam vender por um simples emprego, que não é mais do que colaborar com um sistema, que prejudica o desenvolvimento do seu próprio concelho, e do seu próprio País. Um emprego em que entra ás 10, levanta-se ás 11, almoça á 1, chega ás 5, e sai ás 4, á conta dos que trabalham, e trabalharam no Duro. portanto meu Amigo pare para pensar, tome consciência e, junte-se á maioria e, a maioria somos nós o Povo. Saudacões Democráticas.
um lousalense a 9 de Janeiro de 2010 às 11:53

Ora cá está! Não são coitadinhos... pois não. Uma população que teve muito mais do que a sede do Concelho teve: têm xasas que não pagam, tiveram hospital antes de nós, bombeiros, tiveram tudo e continuam a ter e agora vêm para aqui armar-se em sofredores porquê? Até têm projectos de revitalização, fundos, etc, etc. Boa vidinha é a vossa. Estas duas aves raras que vêm para aqui lamentar-se deviam era pensar bem no que dizem. Até têm médico certinho, transportes, casihas arranjadas pela câmara, chavinhas na mão, mas afinal querem o quê? Não ser marginalizados? Mas quem é que os marginaliza? Só podem estar maluquinhos. Como vocês deveria estar toda a gente. E essa de estar mal informado, não é assim. Sei muito bem o que se passa. Estão na maior e ainda choram. Digam lá o que corre mal se até no pessoal da Assistência Social vocês batem, seus selvagens!
Passem bem.
Anónimo a 9 de Janeiro de 2010 às 14:00

Oh bolas que é preciso ser-se mesmo idiota amigo, desculpe lá!
Então o Sr. vem com um monte de coisas completamente descontextualizadas como casas, hospital e afins e não sabe porque o pessoal teve direito a isso? Não sabe que havia acidentes na Mina que precisavam de ser tratados LOGO os as pessoas morriam? Não sabe que para se ter trabalhadores se tinha que oferecer algum tipo de alojamento ou ninguém se deslocava para este buraco? Mas você sabe lá o que trabalhar e viver numa Mina??? Transportes? Onde? Quais? Diga as carreiras e os horários, homem! Médico... amigo, chegamos a passar 5 meses sem que ninguém cá viesse, acha isso bem? E por incúria médica duas pessoas morreram, daí esta mudança, acha mal? Acha mal querermos ter assistêrncia e direito a médico de família como qualquer cidadão tem? Você, meu amigo é que nos está a rebaixar nos nossos direitos como cidadãos deste País.
Quanto à Assistência Social,passou-se um caso, é verdade, mas uma andorinha não faz a primavera. Por um não pagam todos, mas o facto é que pagamos. Vocês pagam todos pelas asneiras cometidas A, B,C, ou D? Não... cada um segue a sua vida sabendo que nada têm que ver com o que fulano fez, de cabeça levantada e consciência tranquila. Como nós.
Quer-me parecer que o Sr. já só comenta pelo gosto de deitar abaixo. E já lhe poupo o trabalho de nos chamar comunas que é o que fazem sempre! Cada um é o que é.
Amigo, abra os olhos e veja o que escreve, veja que atrás desse seu anonimato que lhe dá toda a liberdade aqui, pode escrever o que quiser, não é censurado. Veja lá se noutro blog qualquer não lhe apagavam logo os comentários. Mas aqui eles ficam para mais tarde se dar conta das asneiras e injustiças que teve a ousadia de escrever.
Aproveite o fim de semana para pensar no caso, informe-se sobre esta gente, esta população, venha cá, veja com os seus olhos. Nada como ver para crer. Para mim, o Sr é que é o coitadinho desta história toda. Mas encontrou o espaço ideial para largar o seu veneno.Divirta-se assim. Mas não espere que nos calemos, nunca o fizemos.
Até à próxima!
Mariazinha a 9 de Janeiro de 2010 às 14:32

Oh meus amigos/as.É com muita tristeza ver esgrimirem-se assim por um problema que todos conhecem. Sou grandolense e até fico envergonhado com o que foi dito pelo meu conterrâneo. É que não é só deitar abaixo uma população, é injuriar gratuitamente as pessoas, os tormentos que passaram e ainda passam, mas também colocar tudo ne guerra: Câmara, Juntas, e o próprio Blog. É ser-se mesmo venenoso como diz a Mariazinha. Amigo/a, tenha calma nessa língua que pelo escrever já desconfio que seja uma mulher. Não se deixe levar pelos nervos e não seja injusta sobretudo para consigo mesma. Não faça papel de ursa...
Anónimo a 9 de Janeiro de 2010 às 15:01

Essa Mariazinha e esse Lousalense devem ser a mesma pessoa. Só pode! Não aguenta com as verdades que digo sobre o Lousal e os seus selvagens? Não venham cá. E deslocar-me a essa terra? Para ver o quê? Erao que me faltava... como se não soubesse e muito bem o que isso é... oh coitadinhos! Analfabetos...
Anónimo a 9 de Janeiro de 2010 às 15:10

Irra amiga! tenha calma, não nos envergonhe a todos, não chame nomes às pessoas. Pela minha parte e por outros habitantes do Concelho peço desculpa por esta ressabiada que não sabe o que diz, olha que tristeza esta! Mas a senhora pensa que é a DONA DA VERDADE? Não vai lá e sabe de tudo? Tenha um pouco de humildade, não nos envergonhe, não se envergonhe a si mesma, faça-nos este favor!
G.I. a 9 de Janeiro de 2010 às 15:16

Prarece mentira como é que um gajo ou uma gaja destas é capaz de tanta ofensa, estou como o Indignado: não há vergonha nas fuças, porra! Comentador-a tenha juízo. Deve ser muito parvinha ou muito novinha para dizer tamanhas asneiras. E se é gajo é um histérico de merda. Porra, assim dão cabo do blog. Alguém o ofendeu aqui, criatura? PENSE!!!! Isto não é a casa da Joana!! É um local visitado por figuras públicas. Contenha-se. Que figurinha, valha-me deus...
Zé das Couves a 9 de Janeiro de 2010 às 15:20

cá pra mim esta comentador é exactamente um dos pára-quedistas que esteve no lousal e não se aguentou, não vale a pena dizer mais nada... retire-se e deixe trabalhar.
toino a 9 de Janeiro de 2010 às 15:44

Desde já muito obrigado, pela maneira como nos trata. Em nome do Lousal, ou seja desta População. Nunca fomos habituados, a falar de assuntos sérios com gente tão civilizada. Por isso, peço desculpa a vida não me ensinou mais, porque sou filho dos Homens, que nunca foram Meninos. Mesmo assim, ensinou-me a não ofender o Próximo, e muito menos uma população. Mas já que somos selvagens, analfabectos, ignorantes, e tudo o que é de mau, aproveito para lhe dizer: para ver que tenho razão, se é que ainda têm alguma dúvida,o que com essa maneira de pensar, não me admira nada o seguinte: Temos muito orgulho em pertencer a GrÂndola, muito mais ainda em ser do Lousal. Só não temos, nem podemos ter orgulho, é de Grândola ter Gente tão Ignorante, e, tão frustrada. têm Dúvidas . Indentifique-se. Eu farei o mesmo, e, juntos, na presênça de quem quiser veremos quem têm Razão, Um abraço deste Selvagem.
Anónimo a 9 de Janeiro de 2010 às 15:44

Sim senhor! Toda a gente me bate e ninguém concorda com nada do que digo. O sr. Selvagem faz-se de anjinho, crucificado, etc para puxar ao sentimento, mas falar do que digo sobre as condições de vida do Lousal, isso já não faz porque sabe que o que digo é verdade.
O seu convite agradeço-o mas já vem tarde. Já aí estive e não gostei nada. gente crua e mal agradecida, com a coragem de dar tareias reais e mandar para o hospital pessoas que estiveram aí para os ajudar. Quanto a isso o Selvagem já não responde.
E os que me pedem calma, que tomem cházinho de camomila. Ou anda tudo maluco? Vejam lá se ele responde às questões sérias... e o burro sou eu, claro!
Anónimo a 9 de Janeiro de 2010 às 15:57

E continua... parece que tem pilhas Duracel... isto é uma vergonha! Mas admira-se que as pessoas se sintam pelos nomes que lhes chama? Mas porque raios não foi escrever todas estas coisas no artigo dedicado ao Lousal? Pensava que punha aqui este comentário e passava despercebido? Pelo que conheço destes leitores, eles antes de responderem lêm TUDO!
Vá lá dizer mal no artigo dedicado aos homens.toupeira, vá! Para isso já não há coragem.. uma população ao abandono e vem este ou esta gozar com as pessoas.... é mesmo falta de humanidade. Diga-me que autocarro tomou para ir para o Lousal e em qual voltou.
Só peço aos donos do blog que aguentem este venenoso até ele desistir e não apaguem nada. Um dia vai ter que se confrontar com o que disse. Para mim isto é um candidato que não foi eleito... sei lá já o que diga disto! Tome o Sr. o chá e cuidado com as gripes. Boa tarde.
G.I. a 9 de Janeiro de 2010 às 16:07

Como podem concordar com conversa de uma pessoa completamente descompassada psicologicamente. Todos os outros comentadores tem razão, feche a loja, tenha vergonha. É tão dono da verdade que fala porque não se identifica? Se os seus familiares tivessem passado por tanta dureza, e se o amigo tivesse consciência, de certeza que teria outro discurso. Mal educado, o amigo é a vergonha do nosso concelho
uma lousalense a 9 de Janeiro de 2010 às 16:08

Continuam semdizer porque estão tão mal coitadinhos! Já me dão vontade de rir! Querem um aeroporto, um metro? Ora façam-me um favor! Metam vocês a viola no saco!
Anónimo a 9 de Janeiro de 2010 às 16:11

Mas qual é o seu problema com as pessoas do lousal? Somos selvagens como diz, sabe porquê? A única razão de ser selvagem, é por existirem pessoas como o "amigo", que apenas olham o próprio umbigo, pessoas retrogadas, ignorantes. Porque se pensa que grandola é nalgum aspecto superior ao lousal, enga-se. LOUSAL é história. N sei porquê, mas o "amigo" não fecha bem a porta.
uma lousalense a 9 de Janeiro de 2010 às 16:22

Não queria entrar em conversas Falsas, mas já que tanto insiste aí vai. quem teve esse problema com a segurânça social não foi o Lousal, mas sim um habitante do Lousal. atitude essa que foi e é condenada por todos os Lousalenses. De trasportes temos um combóio de manhã, outro á noite, e o autocarro dos estudantes, para eles, e só em tempo de escola.não temos as ruas alcatroadas, as casas eram da empreza, descontavam-nos no salário, o valor da renda, portanto ficaram pagas. tudo o que diz que tínhamos era e é da empreza , nunca foi da câmara, não temos piscinas, ginodesportivos, cine teatros, bibliotecas, feiras,bombas de gasolina, correios, ludotecas,etc etc feitas para todos, e quem as usa? os Lousalenses Não. como se consegue responder, sem ofender ninguém. isto são só alguns exemplos, oresto só de cara a cara ok. boa tarde.
o lousalense a 9 de Janeiro de 2010 às 16:23

Meus amigos, pela primeira vez neste blog venho encerrar aqui esta discussão. Por mais democráticos que sejamos não podemos permitir que UMA pessoa venha aqui ofender seja quem for repetidamente. É uma questão de educação, de ética, deontologia e de postura na vida. Se o comentador guarda ressentimentos, é com ele e deve resolvê-los em sede própria ou cara a cara como diz o Lousalense. Lembrem-se que a nossa liberdade acaba quando começa a dos outros. Os comentários estão abertos ainda, mas se alguém, neste caso o comentador inistir em usar adjectivos menos próprios como "burros", "ignorantes", etc, o tópico fecha. Apelo ao bom senso.
Agradecemos todas as colaborações, mas comentários destes de ouvidos completamente tapados à razão não podemos permitir mais do que a conta.
Obrigada a todos.

Caros amigos. A minha intervenção teve apenas como finalidade testar a fibra das pessoas que por aqui andam. Fui deliberadamente arrogante, estúpido, e mal educado. Como disse e repito, isto foi a minha maneira de testar as pessoas, quer os leitores, quer os comentadores. Apresento as minhas desculpas por isso. Gosto de experimentar o terreno que piso, não o fiz da melhor maneira. Vejo contudo que há espírito de luta e não são os tais meninos mimados que dizem ser o Bloco. Ao Lousal e seus habitantes as minahs desculpas. Lousalense, fica agendado um encontro para desvanecer este mal entendido. Pessoal do blog, não gostaria de ser exluído dos vossos leitores porque sempre fui leitor.
Mais gostaria de dizer que têm uma boa escrita, humana e de encontro ao que as pessoas necessitam. Continuem com essa garra. É perante o pergo quer o Homem se descobre.
Obrigado.
J.P,M.S
Anónimo a 9 de Janeiro de 2010 às 16:44

Estava a ver que isto não tinha fim. Somos todos da mesma teera, não há razão para estas coisas embora a explicação dada pelo anónimo seja estranha, fico aliviado por ter tido um fim. E é por isto que eu gosto de quem gere este blog: são justos. Deixam isto gerir-se a si mesmo, mas quando é preciso cá estão a mostrar o que é ser GENTE. PARABÉNS D. JOSEFINA.
G.I. a 9 de Janeiro de 2010 às 19:11

UFAAAAA lá calaram essa mulher...
zezinha a 9 de Janeiro de 2010 às 21:15

Assim tá bem. Mesmo assim, com tanto arrependimento,e com tanta educação, quase nem quero acreditar, que a pessoa que ofendeu, é a mesma que está a pedir Desculpas.Mas dando-lhe o benefício da dúvida, vou quase acreditar. Se for fico contente não por reconhecer a Razão, mas sim porque valeu a pena, contar-lhe esta dureza de vida. Mais uma vez chego á conclusão que Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. é impressionante: como é que um ignorante, analfabeto, burro, selvagem,estúpido etc etc ,consegue que um intelectual, civilizado, educado, e com formação académica se cale. isto só prova, que a Razão e a verdade , vêem a cima como o Azeite. Continua o convinte para nos encontrarmos. No Lousal, em Grândola na Rádio, na Rua Onde quiser e aí vai ficar mais Esclarecido. Obrigado
O lousalense a 10 de Janeiro de 2010 às 11:03

End of the line.

“Fim da linha”

Quando nos seus discursos de ano novo os dois principais magistrados da nação apenas nos recomendam que tenhamos bom senso e confiança, deixando no ar um vazio, a juntar a todos os vazios que nos acompanham, sem que apresentem qualquer ideia nova ou projecto, é bem possível que tenhamos chegado ao fim da linha.

Somos chegados ao fim da linha na economia, já toda a gente sabia, mas agora já ninguém tem dúvidas depois de uns poucos terem conseguido enganar quase todos, durante bastante tempo e todos terem ignorado os sinais de alerta, mesmo depois de estes se terem tornado por demais evidentes, é a economia estúpido.

Somos chegados ao fim da linha na política, pelo menos esta que conhecemos com estes políticos que mais não têm feito do que olhar para os seus interesses e para os interesses das corporações a que pertencem, ou fingem pertencer, quantas vezes legislando por impulso e avulso para se porem a cobro da justiça, que já ninguém acredita seja cega.

Somos chegados ao fim da linha na ética, já há muito se sabia não existirem tais valores, mas ainda nos íamos deixando iludir, só que agora tanta corrupção, favorecimento, má gestão que levam a que pelo menos um terço da riqueza produzida seja consumida por estas inexistentes redes de faces ocultas, nos deixam a todos descrentes.

Somos chegados ao fim da linha na saúde e na velhice, direitos constitucionalmente consagrados, mas a que cada vez mais só chega quem tem algumas posses, já ouvi até de um amigo a ideia de que no futuro seremos forçados a alienar património próprio para fazer face ás últimas etapas da vida pois os custos vão tornar-se enormes e incomportáveis para o sistema de segurança social público, que já hoje se diz falido.

Somos chegados ao fim da linha na justiça e estado de direito, pois já ninguém tem dúvidas do fim da separação de poderes, tal não é a promiscuidade em que todos eles, executivo, legislativo e judicial se deixaram envolver e que farão ruir a prazo este estado e onde só mesmo os que estão dentro dos poderes ainda não se deram conta do ridículo a que quase diariamente se expõem, ou então já perderam toda a vergonha.

Pelo cenário quem tem razão são mesmos aqueles dois magistrados, pois só nos resta ter confiança e bom senso, ter confiança de que não vamos ficar desempregados, ter o bom senso de não arranjar problemas com a justiça, ter confiança que a economia vai crescer como nunca, ter o bom senso de optar por sólidos valores éticos, ter confiança que vamos envelhecer com saúde e no final ter o bom senso de escolher outras linhas pois estas chegaram ao seu fim.
Anónimo a 8 de Janeiro de 2010 às 00:18

Para o Anónimo de cima: tem razão amigo. Mas será que só os magistrados e os figurões deste paisinho de anedota é que têm razão? Não haverá que dar voz a quem nunca a teve? Continuamos neste país de doutores? Um pastor não pode ter razão no que diz sobre coisas que mal entende porque ninguém se deu ao trabalho de lhas explicar?
Amigo, tem razão. Mas neste país, além dos Serviços, há muito mais gente a trabalhar para sustentar esta corja toda e esses... ninguém se lembra deles.
Gostei muito de todas estas participações até agora. Agora para o blog e seuss donos: não se deixem ir abaixo por lhes chamarem "da treta". Quanto mais pó levantarem, mais vocês incomodam e isso é muito bom.
Um abraço.
Anónimo a 8 de Janeiro de 2010 às 11:56

estava a ver que a maldade ia corromper este blog tão humano. Mas o bom senso reinou e as pessoas acalmaram-se. para o comentador-a da discórdia só digo isto - não é maneira de fazer testes a ninguém ofendendo as pessoas, pondo em perigo este espaço que é de todos e também seu... foi um triste episódio que nos vai ensinar muita coisa e que nem tão cedo esqueceremos. Não me satisfez nada a sua desculpa, o que deixou verdadeiramente contente foi o facto de o pessoal do Lousal se ter batido como faz há décadas e não se ter calado. Isto é que mostra a fibra de quem cá vem e não as provocações. Bem haja D. Josefina por tanta pciência.
Um abraço a todos estes lutadores.
ze manel a 9 de Janeiro de 2010 às 23:35

Obrigado Amigo. Obrigado por reconhecer a capacidade de Luta do pessoal do Lousal. È assim é a dureza da vida, que nos ensina, é com dificuldades que aprendemos, a ser Homens, Mulheres, ás vezes rudes, mas com Educação. Todos os Grandolenses, conhecem a dureza destas vidas, todos mas todos, só é pena que alguns, mesmo conhecendo, tenham a coragem de desvalorizar. Porquê? não compreendo. Mas há uma coisa que sei: È que se não hovesse pessoas assim, o Sistema não <Resistia, e havia mais Igualdade, mais Justiça, ou não fosse a nossa Terra: Terra Da Fraternidade. Obrigado
O lousalense a 10 de Janeiro de 2010 às 11:35

Aos amigos/as do Concelho: é por causa de coisas assim que existe tanta desunião e isto é provocado por crises sucessivas, quer pessoais quer gerais. Como foi dito já aqui, as pessoas andam tão ocupadas com a "crise" da sua vida que nem pensam a ntes de magoar gratuitamente os outros só porque alguém lhes fez mal.
Gostei de todo este jogo de argumentos dos "incivilizados" que mais não fizeram do que responde à letra a uma pessoa que nem deve ser de cá. Anda aqui a ganhar o seu como todos os que podem e assim sendo se torna ainda mais grave e feia a situação.
No entanto há garra e luta pelo Lousal, vindas dos lousalenses. Como já foi dito, isso mostra muita coisa. Não foi uma guerra, nem sequer uma batalha, não houve vencidos ou vencedores... mas houve luta pela justeza das coisas e isso é de louvar. Notem os termos que usam para ofender os outros, isso fica mal aqui, mostrem as suas razões, discutam, da discussão nasce a luz e que venham muitos mais debates como este. Aprende-se sempre qualquer coisa.
Aos lousalenses os meus respitos porque o mereceram, souberam estar à altura. Aos Grândolenses também. Ao comentador isolado peço só moderação no que diz e como diz.
Ao pessoal do Blog, sobretudo à D. Josefina um grande abraço e felicitações por ter sabido gerir tão bem esta "crise". CONTINUEM.
Alvaro Mendes
Anónimo a 10 de Janeiro de 2010 às 15:12