JUNTAR FORÇAS POR GRÂNDOLA

Agosto 16 2010

Bloco propõe Banco Público de Terras

A iniciativa legislativa prevê também o agravamento fiscal progressivo sobre as terras abandonadas. O Bloco quer assim prevenir os fogos florestais, promover a ocupação agrícola, a instalação de novos agricultores, a criação de emprego e a ocupação das áreas rurais do interior.
Artigo | 16 Agosto, 2010 - 13:34
Bloco propõe criação de Banco Público de Terras
Entre 1989 e 2005, o número de explorações agrícolas reduziu-se a um ritmo de 3% ao ano, tendo desaparecido metade das explorações com menos de 5 hectares e um quarto das explorações de dimensão superior. Foto Rafael Tovar/Flickr
 

No essencial, as propostas do Bloco de Esquerda visam a criação de um banco público de terras para arrendamento rural, visando promover a ocupação agrícola através do redimensionamento das unidades produtivas e da instalação de novos agricultores, sobretudo de jovens.

Trata-se de contribuir para "o aumento da viabilidade técnica e económica das explorações, o rejuvenescimento do tecido produtivo, a melhoria dos indicadores económicos do sector agro-alimentar, o combate ao abandono agrícola e ao êxodo rural, e ainda a promoção da investigação, experimentação, demonstração e desenvolvimento agrários", lê-se no projecto de lei.

A iniciativa legislativa, que será apresentada esta tarde, visa também prevenir os fogos florestais, considerando o Bloco que as políticas públicas têm promovido “a ruína da pequena agricultura, o abandono das áreas rurais e a desertificação do interior”, o que aponta como principais causas da onda de fogos florestais que queima o país.

O Bloco critica o Governo por apenas se justificar “com os milhões que gasta nos meios de combate aos incêndios”, embora a ineficácia do dispositivo ser tão “evidente”. O dispositivo nacional de combate aos fogos florestais foi dimensionado para atacar cerca de 250 ocorrências por dia. “Porém, a média tem estado nas 350 ocorrências, com dias em que se verificaram cerca de 500 fogos”, lembra o Bloco num comunicado à imprensa.

“Só há um caminho sustentável para que os recursos nacionais não se esgotem no combate directo aos fogos florestais: concentrar recursos na prevenção/vigilância e incrementar o apoio à pequena agricultura”, defende o Bloco.

Além disto, o projecto de lei do que será apresentado no Porto, pelo deputado bloquista Pedro Soares, considera a necessidade premente de combater o abandono dos solos produtivos, e por isso propõe “a penalização fiscal dos prédios rústicos ou mistos com aptidão agrícola em situação de abandono, a não ser que os mesmos integrem o banco público de terras”.

Desta forma, o Bloco quer criar um incentivo para a utilização das terras agrícolas e dar uma oportunidade aos proprietários que não querem usar os seus terrenos para os rentabilizarem por via do seu arrendamento a terceiros, facilitando-se este processo através da existência de uma base de dados que publicita as terras disponíveis.

“O resultado das políticas públicas tem sido catastrófico”

Segundo o Bloco, entre 1989 e 2005, o número de explorações agrícolas reduziu-se a um ritmo de 3% ao ano, tendo desaparecido metade das explorações com menos de 5 hectares e um quarto das explorações de dimensão superior. Neste período, as explorações em que o produtor agrícola desempenha a sua actividade a tempo inteiro reduziu-se em 46%. Entre 2000 e 2009, a agricultura portuguesa perdeu 31,6% de trabalhadores, ou seja, mais de 100 mil pessoas.

Ao mesmo tempo, não houve uma aposta no rejuvenescimento do tecido produtivo, o qual é extremamente envelhecido: em 2005, os produtores com 65 e mais anos representavam 47,3%, enquanto em 1989 eram 28,8%. Pelo contrário, os produtores com menos de 35 anos, que em 1989 representavam 6,7%, passaram em 2005 para apenas 2,2%.
 

publicado por Bloco Grandola às 18:27
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Joseph People , LX , 17/08/10 11:12

Em Portugal não temos um estado de Direito

Há em Portugal uma entidade que é accionista de 1/4 de todas as empresas, mas que não investiu um cêntimo no seu capital e ainda cria dificuldades para que estas se desenvolvam, e que ainda assim não paga a tempo e horas.

Há em Portugal uma entidade que tem uma comissão de mais de 1/5 de todas as transacções, contudo não garante que caso o cliente não pague ao fornecedor seja devidamente punido a tempo e horas.

Há em Portugal uma entidade que apesar de cobrar metade do valor gerado por cada português, obriga este português a pagar impostos sobre impostos nos carros, portagens sobre impostos nas autoestradas, impostos sobre bens essenciais como a energia, a água, o solo e que ainda assim não garante a manutenção das florestas, o pagamento aos bombeiros, a segurança de pessoas e bens que é suportado novamente pelos privados.

Há em Portugal serviços públicos que servem de fachadas para angariação de clientes de empresas privadas de funcionários "públicos", que funcionam mal para que os privados se vejam obrigados a corromper ou a recorrer aos serviços destas empresas.

Há em Portugal uma entidade que apesar de gastar mais per capita que todos os países da EU em saúde, os cidadãos cumpridores não tenham devido acesso ao SNS.

Há em Portugal uma entidade que apesar de gastar uma fortuna em educação tem os índices mais baixos de aproveitamento escolar e maior necessidade de formação adicional, paga pelas empresas se querem ter colaboradores qualificados.

Há em Portugal uma entidade que faz as leis, mas que é sempre a primeira a transgredir, seja no cumprimento do orçamento de estado, seja na contratação de trabalhadores a recibos verdes, seja na violação do segredo de justiça, seja no alimento à corrupção.

Há em Portugal terreno fértil para uma revolução que termine com estas injustiças de tirar a quem trabalha para quem não quer trabalhar, para tirar a quem estuda a quem não quer estudar, de tirar a quem merece para dar a quem não cumpre.

O estado não é pessoa de Bem.

http://economico.sapo.pt/noticias/estradas-de-portugal-so-e-viavel-com-mais-portagens_97079.html
Anónimo a 17 de Agosto de 2010 às 11:19

Se a vida te dá limões faz limonada, mas só se não te der muito trabalho.
Anónimo a 19 de Agosto de 2010 às 00:01

“Com porta”

Eu ainda sou do tempo em que a Comporta tinha porta, sim era Comporta com porta, a sua porta era representada pela impossibilidade de lá chegar pois a língua negra de asfalto terminava um pouco depois do cruzamento para Murta, por obra e graça do espírito santo, só se passava de jipe ou tractor, recursos então ao alcance de poucos.

Assim algumas das vezes aproveitávamos para ir até Murta comer uma sopa de tomate numa tasca que lá havia, pertença de um simpático casal, o sítio tinha uma modesta sala de refeições no casario que circundava uma praça de terra batida, depois da dita sopa regressávamos a casa, pois já sabemos aquela era uma via sem saída, mas ao menos saímos de lá com o estômago reconfortado.

Nessa época se queríamos ir à Comporta só era possível dando a volta por Grândola, mas como os recursos eram escassos acabava-se quase sempre a banhos na lagoa de Melides que o mar aí sempre foi perigoso, os carros e estradas não eram como os de agora, o que tornava um dia de lagoa numa verdadeira aventura, estada e viagens incluídas.

Para terem uma ideia nesse tempo no veículo transportava-se sempre um garrafão com água, não para matar a sede, mas para dar de beber ao radiador e não faltavam também um alicate universal, uma chave de fendas e a célebre correia da ventoinha, não fosse o diabo tecê-las e era sempre melhor que a lotação fosse completa, isto para o caso de ser necessário empurrar a viatura.

Veio depois o tempo em que a estrada se estendeu até à Comporta, o tempo em que a Tróia era do povo, existia lá um parque de campismo imenso sempre povoado de tendas, roulotes, íamos de quando em vez à imensa piscina da Torralta, serviam por lá um sorvetes em copo de plástico, tinha em casa uma imensidão desses copos, serviam para fazer castelos e outras construções que a imaginação ditasse.

Imaginem lá que nem sequer era preciso ficar no parque de campismo, acampávamos nas dunas e praias, um pouco por toda a costa vicentina, nem me lembro bem se na altura já seria vicentina, mas que eram umas férias à maneira lá isso eram, outros tempos em que as Troias e Comportas eram frequentadas quase e só por malta desta e eu ainda sou desse tempo.

Isto é que é ser velho...será do século passado? Com toda a certeza...o século passado ainda foi há tão pouco tempo.

Será que essa era a melhor Comporta? Não concordo. Gosto muito mais do movimento que hoje por lá se vive. Gente gira, perfumada, de linguajar arrastado. E a loja da ti Fernanda, uma maravilha, não há muitas assim, nem pela capital. Por isso abençoado tempo moderno. Venha o reboliço e o ambiente selecto! E só mais uma coisa...eu nem gosto lá muito de sopa de tomate!

Nota da redacção: estes dois últimos parágrafos são da tonta da Maria que resolveu sabotar-me o artigo.
Anónimo a 21 de Agosto de 2010 às 01:35

“Ciganos que paguem a crise”

Alguém alguma vez disse “... aprendemos a voar como pássaros e a nadar como peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos ...” e tenho algumas dúvidas de que alguma vez aprendamos, pelo menos a julgar pelos exemplos recentes que nos entram pela casa dentro, todos os dias à hora dos telejornais.

O caso mais recente chega-nos agora de França, que tem como símbolo original, é bom não esquecer, “liberdade, igualdade, fraternidade ou morte”, bom pelo menos para alguns, porque para uns quantos, julgo saber que são setecentos de uns quinze mil, e pelo menos para já a coisa é bem diferente, pois segundo o Sr. Presidente estão a mais nestes tempos de crise e têm que ser repatriados.

Repatriados curiosamente para duas outras pátrias, a Roménia e a Bulgária que também já fazem parte do espaço europeu e que em conjunto advogam a livre circulação de pessoas e bens, mas então provavelmente os ciganos não serão pessoas, será possível ? então e isso significa que a seguir irão os outros catorze mil trezentos ? não creio que esteja aí a solução para nada Sr. Presidente, nem mesmo para a crise.

Mas a resposta a estas interrogações parece vir agora de Itália que aplaude a medida e resolveu pedir autorização à união europeia para também expulsar alguns ciganos, uma vez que considera que as condições de vida dessas pessoas não são adequadas, mas depois vão expulsá-los para países da união europeia, tal como a França, mas que grande trapalhada senhores italianos e franceses.

Então como estas pessoas são, ao que parece cidadãos da união europeia, mas não têm condições de vida adequadas, isso significa que vamos ter que prever na Europa a criação de uma nação para pessoas com condições de vida inadequadas, talvez um super gueto, ou um colonato, isolado por um muro de betão e arame farpado, está na moda por muito lado, porque não por cá também ?

E se a moda pega a seguir a estes tiques nacionalistas e securitários só falta aparecer por aí um dirigente baixote, de pele morena, franja bem alinhada e descaída sobre o olho esquerdo e com um bigode estreitinho à largura do nariz ... eu sei que a história se repete ciclicamente, mas tenham calma ainda é cedo, isto tudo devem ser só efeitos dos calores da época agravado pela vaga de incêndios e com certeza assim que a temperatura baixar, logo, logo, os dirigentes desta nossa querida Europa cairão de novo na real e rapidamente voltaremos à liberdade, igualdade e fraternidade,... ou a morte de tão nobres ideais.
Anónimo a 23 de Agosto de 2010 às 00:26

Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010, 12:44

Padre francês reza para que Sarkozy tenha ataque cardíaco

Um padre francês numa paróquia de Lille, em França, confessou publicamente que reza diariamente para que o presidente francês, Nicolas Sarkozy, sofra um ataque cardíaco que o impeça de continuar a expulsar os ciganos do país.

Arthur Hervet, de 71 anos, admitiu a sua estranha oração na missa deste domingo, alegando que não sabe o que mais fazer para travar a expulsão de ciganos de França.

O pároco é bastante popular entre a comunidade cigana, sendo conhecido o apoio que presta aos membros desta etnia.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=465634
Anónimo a 23 de Agosto de 2010 às 13:30

“Verão quente”

Enquanto os responsáveis da pátria lusa vão a banhos andamos todos atarantados com o infortúnio dos incêndios e dos acidentes de viação, este ano com particular gravidade, chovem acusações a torto e a direito, e em todas as direcções, mas isto é só até o tempo arrefecer e o tráfego voltar a registos normais, para que tudo fique igual e sem que infelizmente se retirem todas as consequências que situações desta monta justificariam.

Entretanto e pelo meio, saído não se sabe bem de onde, temos a novela do bilionário das limas e do advogado Lima, que muita tinta tem feito correr, a propósito de um crime do verão passado no Brasil, que escolhe sair à rua este verão em Portugal, é mais um daqueles casos para prescrever em breve, ou pelo menos desaparecer no horizonte, mas entretanto ocupa muita primeira página e até imagine-se, horários nobres na televisão pública, mas já que temos que os aturar então que uma parte da herança seja para nós.

E agora num repente temos a aprovação com reservas nova lei das uniões de facto, é um reserva 2010, para todos os efeitos uma boa colheita; aprovação do novo estatuto do aluno, o sistema de ensino entre nós é assim uma espécie de rato de laboratório, estão sempre a aprovar coisas acerca dele; aprovação da norma que altera o regime aberto ao exterior e licenças de saída de reclusos, isto são coisas da justiça nem comento; aprovação do diploma do “chip”, bom chipados já nós andamos, é mais um; dir-se-á que o nosso presidente vem cheio de energia das férias.

Foi também o espectáculo “déjà vu” das “rentrées” políticas, com discursos parolos e gastos, com acusações e ameaças vindas do Pontal, mas logo com resposta pronta vinda de Mangualde, em que ficámos a saber que as boas notícias do momento são a confiança na recuperação da nossa economia e o bom caminho que está a ser seguido para o equilíbrio das finanças públicas, onde é que eu já ouvi isto? Bom não sei, devem ser ainda efeitos deste calor intenso.

E depois para rematar houve ainda os bons resultados dos dragões em todas as frentes, coisa impensável com todas as saídas entre jogadores e equipa técnica, o resultado daquele jogo frenético dos bracarenses em Sevilha e uma reviravolta mais que improvável dos leões na Dinamarca, não sei quais as temperaturas na Dinamarca, mas todos estes feitos improváveis só se concretizaram certamente como resultado de elevadas temperaturas.

Mas que saudades de acontecimentos comuns; que é feito dos discursos contraditórios dos nossos governantes; que é feito dos normais casos de justiça, apitos, sucatas e outros que tais; que é feito do nosso presidente de postura bem discreta; que é feito dos líderes que aprovaram em comunhão as medidas económicas restritivas a bem de todos nós; que é feito da crise e dos comentários bem a preceito, por conceituados economistas e funcionários de altas instancias internacionais; que é feito das derrotas mais que previsíveis das nossas equipas nos palcos internacionais; mas que saudades de temperaturas mais amenas, que termine logo este verão quente.
Anónimo a 27 de Agosto de 2010 às 01:15

FOGOS FLORESTAIS...sendo eu Bombeiro Voluntario com alguns anos (26) de experiencia e com conhecimento real da nossa terra Grândola ), fiquei pasmado quando num passado recente ouvi da boca do Sr. . Ministro da Agricultura uma ideia para a resolução desta problemática que todos os anos acontece no nosso Pais...o Sr. em questão abriu a boca para dizer mais ou menos que "...todos aqueles proprietários que não tratam a sua terra, deve o estado assumir essa responsabilidade promovendo protocolos com empresas privada para que as mesmas (terras) não se mantenha ao abandono..." .Meu caro Ministro convido V.Ex.ª a visitar no Concelho de Grândola as terras que são propriedade do Estado (Ex. Herdade da Ribeira Abaixo) é tirar dai as suas ilações...provavelmente uma das mais abandonadas de todo o Concelho...Como diz o ditado popular : "As vezes mais vale estar calado que dizer asneiras".

Henrique Rodrigues
Anónimo a 30 de Agosto de 2010 às 17:29

“Portugal está a dar”

Portugal está a dar cartas no que ao futebol diz respeito pois consegue uma vantagem de trinta remates contra seis do adversário no primeiro jogo de apuramento para o europeu e no segundo também o seu saldo atacante foi positivo face aos opositores e tudo isto registe-se foi conseguido em piloto automático, daí a decisão de despedir o seleccionar já que esta solução fica muito mais barata, só espero que agora a indemnização não seja paga com o dinheiro dos nossos impostos.

Portugal está a dar cartas na área dos mega processos judiciais, com o mega mais mega de todos a tornar-se num verdadeiro “case study” por causa da súmula de todos os mal entendidos e agora do acordão que teima em não querer ser impresso por culpa da informática, manias das impressoras, mas que pelo caminho já produziu dois livros, um primeiro de uma das vítimas e agora um segundo de um dos condenados.

Portugal está a dar cartas no financiamento da sua dívida pública onde é já um dos países que mais elevadas taxas de juro tem que pagar pela emissão de títulos da sua dívida sem ter ainda dado mostras de estar a conseguir conter a respectiva despesa, este é sem sombra de dúvida o caminho mais curto para o afundamento da nossa economia, daí talvez a opção atempada de compra dos tão falados submarinos.

Portugal está a dar cartas na arte da guerrilha política, onde começou por haver um coelho como aliado e em que nós fizemos de vítimas, mas em que agora com a abertura da época da caça o coelho parece não ter muito por onde se esconder e já sente o chumbo a passar perto das orelhas e nós continuamos na expectativa de poucas ou nenhumas melhoras, diz quem sabe que só se safam os que têm vista aérea sobre a área do conflito a partir do seus aviões privados, o luxo compensa sempre.

Portugal está a dar cartas na venda das tradicionais bolas de berlim ao longo dos extensos areais da sua costa, este ano com o regresso em força destes vendedores, talvez por força da crise e talvez também por força da crise a ASAE esteja com falta de meios de fiscalização, ou tenham ido de férias os fiscais, ou então quem sabe este tipo de prática tenha sido despenalizada, se assim é ainda bem pois sabe tão bem uma bolinha com creme deitado numa toalha a ouvir a ondas do mar.
Convenhamos que as coisas poderiam andar melhor, mas provavelmente não é possível por variadas e boas razões razões, daí que a minha sugestão de momento vá para a leitura por todos os nossos responsáveis políticos, de uma obra de referência a editar durante a próxima semana, trata-se da primeira tradução portuguesa de “História Política do Diabo”, de Daniel Defoe, donde certamente poderão retirar conceitos interessantes para aplicar à nossa realidade presente, no sentido de colocar Portugal a conseguir dar um pouco mais.
Anónimo a 10 de Setembro de 2010 às 13:44

Bernardino Melo , Amarante, 10/09/10 13:07

Este é "dejá vu", o outro era "jamais", quando começam a falar francês costuma ser mau sinal.

http://economico.sapo.pt/noticias/para-mim-cortar-o-defice-e-ter-um-deja-vu_98829.html
Anónimo a 10 de Setembro de 2010 às 17:31

"E de alegre se fez triste..."

E de alegre se fez triste
Nosso fado pós-moderno
Que até na tristeza existe
A alegria do inferno

De triste se fará alegre
Nosso destino futuro
Quem um rumo persegue
Por certo derrubará o muro

Juntos nesta encruzilhada
De nada nos valem poetas
E os discursos de fachada

Já não escutamos ninguém
Mas deste país de patetas
Um pateta irá p’ra Belém.
Anónimo a 17 de Setembro de 2010 às 15:53

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