E já agora um feliz natal a todos, incluindo os visados. Na coroa depositada no cemitério de Azinheira de Barros também foram uns cêntimos nossos... Ficamos felizes poe ter escolhido ficar entre nós, Padre Peter!
Bloco Grandola a 13 de Dezembro de 2010 às 00:11

“A capelinha”

Virão finalmente do Brasil
Os milhões pr’a nos salvar
Deixámo-nos foi enredar
Por quem montou o ardil

Deram milhões de bandeja
Pr’acabar com a produção
Nós embalamos na canção
Não temos quem nos proteja

Ó Santa Bárbara dos aflitos
Dá-nos cá uma atençãozinha
Sacrificaremos uns cabritos

Se tu fores nossa mãezinha
Juntaremos uns dinheiritos
Construímos uma capelinha.
Anónimo a 13 de Dezembro de 2010 às 07:48

Até que enfim um artigo a por a mão na massa.
Realmente, no escuro fazem-se coisas tramadinhas. E este anónimo que veio veio para aqui com os versinhos da santa bárbara, nem sei o que lhe diga! Pois parou-se a produção mas o dinheiro continua a brotar do chão e se antes não chegava a Grândola, agora já chega: que nascente!
Parabéns Josefina Batista, é assim mesmo!
Toino a 13 de Dezembro de 2010 às 12:25

A história é assim: pega-se num drama humano de uma população, pedem-se fundos públicos em nome dela e de um projecto turístico. O guito vem, destribui-se entre os amigps e fazem-se umas cenas na localidade para tapar os olhos à malta. Para a malta mesmo, não se faz nada. Pde-se ao "publico" para investir no privado e divide-se a coisa à mesa redonda.
Só indo ao local e vendo o que lá se passa se compreende a diferença entre povo e projecto. O projecto foi em nome do povo, mas o povo não tem nome no projecto, nem é para aí chamado. Percebem?
Qaunto ao turismo, não me façam rir! Já o viram devidamente divulgado fosse onde fosse?
Já ligaram para saber como aquilo funciona? Pois não funciona, nem eles sabem como! Nem interessa aquela "oferta", mas está tudo de olhinhos tapados?
Não viram no que deu a Mina de S.Domingos?
E agora? Se aquilo fosse mesmo uma coisa a sério, a primeira coisa a fazer era acessos decentes e publicidade para por aquilo a mexer. Onde está isso?
Lá que vem dinheiro, isso vem... agora, os destinos são vários.
numa palavra: CANCRO!
Vamos discirrer mais sobre isto? Ninguém responde, todos assobiam para o ar e festas e romarias, quem se f*** é o Zequinha!
Zeca Afonsinho a 13 de Dezembro de 2010 às 18:35

Cambada de filhos da puta, é o que é! Até na ribeira de Grândola já se lavam as notas. Vão comer no..
Zé da Pinga a 13 de Dezembro de 2010 às 20:53

Mas esses intelectuais não sabem que os nomes das pessoas não se traduzem?! Mas que santa ignorância é essa?
Está tudo bem entregue. Um gajo holandês chamado Pedro Martinho é do caraças!
Acordo ortográfico a 13 de Dezembro de 2010 às 20:57

“Açucar”

O país está sem açúcar
Que vai ser de nós agora?
Se a reposição demora
Como vamos caramelizar?

Deram voltas à mioleira
E foi encontrada a solução
Pr’o Brasil parte a missão
Vai negociar na terça-feira

Venda da dívida negoceiam
Enviam valores acordados
E de uma parte se alheiam

Para não ficarmos chateados
Umas arrobas de açúcar rateiam
Já podemos ser caramelizados.
Anónimo a 13 de Dezembro de 2010 às 21:23

“Mar encapelado”

Heróis do mar, nobre povo
Andas mas é todo enrolado
Tens que inventar hino novo
Melhor que o hino, um fado

Andam a vender-te a retalho
Estes vendilhões de ilusões
Vais ficar feito num frangalho
Ficas à mercê dos vilões...

Pobre povo, mar encapelado
Será a letra desta tua canção
Que não quer ver-te enganado

Tão pouco manter-te na ilusão
Teu novo destino será marcado
Por outro estilo de navegação.
Anónimo a 13 de Dezembro de 2010 às 21:33

“WikiFreaks”

De telegrama em telegrama
O passado em prestações
Melhor seria os fanfarrões
Não alimentarem a trama

Com o futuro a fugir-nos
O passado já não diz nada
A minh’alma aparvalhada
Pede pr’a nos reunir-mos

No bunker anti-atómico
Onde guardo a informação,
Não sei mas parece cómico

Há que tomar uma decisão
Se embarcamos no lógico
Ou se mudamos de feição.
Anónimo a 14 de Dezembro de 2010 às 07:30

“Reformas”

O governo faz reformas
Que agradam aos mercados
Mudaram uns cortinados
E também umas poltronas

Na grande sala do conselho
Tapeçarias foram reformadas
Vieram da China as aplicadas
Mudaram também um espelho

Lá no ministério da defesa
Ficou tudo muito distinto
Do Brasil veio centro de mesa

Da Venezuela veio o absinto
Que se prova, tenho a certeza
Pois outra disposição já sinto.
Anónimo a 14 de Dezembro de 2010 às 07:53

Ora bem, estão de volta!
Mas que misteriosa Fundação é essa que eu nunca ouvi falar em Grândola??? expliquem-se!
G.I. a 14 de Dezembro de 2010 às 12:02